Durante décadas, as caixas de madeira foram protagonistas no transporte e armazenamento de frutas, verduras e legumes no setor hortifruti. Seu uso se popularizou pela disponibilidade e pelo baixo custo inicial. No entanto, com o tempo, a ciência e a experiência prática mostraram que o material traz riscos significativos para a segurança alimentar.
A madeira é um material altamente poroso, o que favorece a retenção de umidade e resíduos orgânicos. O ambiente torna-se ideal para a proliferação de bactérias como E. coli e Salmonella, além de fungos e mofos que aceleram a deterioração dos alimentos. Outro problema comum é a presença de pragas, já que a madeira pode atrair insetos e roedores, comprometendo a integridade dos produtos.
Além disso, a higienização das caixas de madeira é complexa e pouco eficaz. Mesmo após a limpeza, resíduos microscópicos permanecem impregnados nas fibras do material, representando uma ameaça constante de contaminação cruzada. Significa, assim, maior risco para o consumidor final e, também, prejuízos para produtores e comerciantes que precisam lidar com perdas e rejeição de mercadorias.
Diante dessas limitações, as caixas plásticas surgem como a alternativa mais segura e eficiente para o setor hortifruti. Produzidas em material não poroso, elas não absorvem líquidos nem resíduos, o que dificulta a proliferação de microrganismos. A higienização é prática e completa: basta água e detergente neutro para eliminar sujeiras e garantir a segurança.
Entre os principais benefícios das caixas plásticas, destacam-se:
No setor hortifruti, a credibilidade de produtores e comerciantes depende da confiança do consumidor. Por isso, investir em soluções que garantam a integridade dos alimentos é fundamental. As caixas plásticas da CaixaPlast oferecem um diferencial competitivo ao entregar qualidade em cada etapa da cadeia.
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